3.08 – A grande conclusão
13/02/2009

[Início de gravação]

“Está a gravar.”

“Muito bem, já fizemos a análises espectral e atómica.”

[Silêncio]

3.07 – Só nos teus sonhos
13/02/2009

Ouvimos uma explosão. O edifício tremeu mais do que o costume. As fundações já estavam a mostrar sinais de velhice com tantas explosões. Não me mexi, mas fiquei com um sorriso na face quando vi dois Pleadeanos entrar pelo salão da árvore. Foi a primeira vez que vi Pleadeanos verdadeiros

3.06 – Sumaden
13/02/2009

Depois de o pousar, dirigimo-nos para a porta do piso inferior. Era um salão ainda maior do que o piso onde estavam os corpos dos Kai. A luz era mais forte, quase que parecia que estávamos debaixo de um dia quente de luz natural. A ventilação era agressiva e provocava um barulho contínuo grave e uma brisa leve. O solo estava coberto de terra com ervas e arbustos selvagens. No centro estava plantada uma árvore descoberta, mas com ramos fortes.

3.05 – A sessão espírita
13/02/2009

Olhei para o saco e verifiquei que tinha comida para muitos dias. Até estava impressionado com a minha própria frieza. Nem o biólogo estava tão calmo. Dei-lhe uma palmadinha nas costas e sorri. Apanhei uma carga explosiva que não tinha detonado e fiquei com o maior dilema da minha vida. Olhava para um lado e via o átrio completamente desabado, do outro lado via um corredor descendente que ia para a única porta que nunca abrimos.

3.04 – Um mundo de falhados
13/02/2009

Rebentei a primeira porta com um gozo infantil que já não sentia há muito. Encontramos mais corredores e umas escadas para o piso superior. O Tash encarregou-se outra vez de fazer o mapa e encontrou exactamente a mesma topologia: Quatro salas cúbicas e uma porta nova. Felizmente estas salas não estavam vazias.

3.03 – O velho Mausoléu
13/02/2009

Tivemos todos que vestir os fatos térmicos, menos o Alfino que tinha uma armadura que já fazia esse trabalho. O ar enregelava-me a garganta ao ser inalado, mas sempre era melhor do que ter que andar com aqueles fatos espaciais estúpidos. Dei alguns passos na neve dura para obter melhor visão do vale à minha frente.

3.02 – A expedição
13/02/2009

Viver num país rico num planeta debaixo da alçada do Império era uma lâmina de dois gumes. Por um lado tinha-se tudo o que se queria, mas por outro lado chegávamos à meia-idade e não havia mais nada para fazer na vida. As minhas esposas deixaram-me, os meus filhos, netos e bisnetos já eram autónomos há muito tempo e eu já me estava a passar. Sendo assim, virei-me para a xeno-arqueologia.

3.01 – Janelas
13/02/2009

Sempre que olhava lá para fora por aquela janela minúscula corria-me um calafrio pela espinha acima. Tudo negro. Não se via uma única estrela porque a luz delas era completamente substituída pela luz cá dentro e pela orla brilhante do nosso planeta verde.

3.00 – Salvadores
13/02/2009

“Sistema solar de Shagorrá para Theta Draconis… escuto… nave do tipo GS-322 com matrícula TD2-891774 em Shagorrá… escuto… ah… seu piloto sem fusíveis, estás a ouvir-me? Vou transmitir agora o Documento do diário.”